Quando dei por mim já estava na toca do coelho branco.
Toda aquela crise de identidade causada pelas constantes transformações no meu tamanho voltara e agravara-se ainda mais pela minha perda da habilidade de recitar poemas.
O pesadelo do chá dos loucos estava diante dos meus olhos, porém ninguém jamais conseguiu me convencer de que pertenço a esta fantasia. Hoje o tempo não me punirá parando as 18 horas, para que eu deva tomar o chá perpetuamente!
Nem rei ou rainha de copas dirão se sou culpada pelo roubo das tortas, e já chega de ordens para que cortem minha cabeça. Aos poucos vou crescer, e serei superior a todos vocês.
Adeus país das maravilhas.
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